Jogos de matemática para a educação infantil e ensino fundamental

Olá, professor! Você está procurando por informações sobre como ensinar matemática de forma lúdica ou como enriquecer o processo de ensino-aprendizagem através de jogos? Muito bem, você está no lugar certo!

Sou professora de matemática e meu desejo é que todos gostem de estudar esse componente curricular. Mas quantos estudantes realmente apreciam matemática? Quantos conseguem boas notas? Muito poucos, essa é a verdade! A maioria não vê muita utilidade na matemática que é ensinada na escola e perguntas do tipo “Para que serve isso?” ou “Onde vou usar esse conteúdo?” são constantes.

Procure lembrar-se de seu tempo de escola e de quais atividades ou matérias você mais gostava. Investigue essas questões também com os alunos de hoje. Será que as respostas serão muito diferentes.

Questiono constantemente meus filhos, um deles hoje no ensino fundamental e outro no ensino médio, sobre o que gostam de fazer na escola ou quais atividades foram interessantes naquele dia, e as respostas quase sempre se repetem: “hoje a aula foi boa porque teve educação física”, “fizemos um trabalho de artes bem legal”, “hoje foi massa porque teve trabalho em grupo de geografia”.

Puxa vida! Gostaria tanto de ouvir: “adorei a aula de matemática hoje” ou “fiz umas brincadeiras legais na aula de matemática” ou, ainda, “minha matéria preferida é matemática porque a professora faz jogos e atividades divertidas”.

A matemática é um componente curricular que pode ser explorado de inúmeras formas e cabe a nós, professores, pensarmos em estratégias e metodologias de ensino que despertem nos alunos o gosto por aprender. Ensinar matemática para crianças e jovens utilizando aquele modelo de aula antigo, sempre igual, em que os alunos, sentados em filas, ouvem a explicação e resolvem uma lista de exercícios deve dar lugar a atividades diferenciadas, prazerosas e interessantes, você não acha?

Nós, professores, podemos encantar os estudantes  e estimulá-los  para aprender matemática repensando nossa prática e modificando o estilo tradicional de ensiná-la. Isso significa que devemos abolir das aulas a listagem de exercícios? Claro que não! A lista é muito importante, mas há outras maneiras de se ensinar matemática na sala de aula.

Sou professora há 30 anos e, nessa minha trajetória, já lecionei para todos os níveis de ensino. Há mais de vinte anos, dedico-me ao ensino superior trabalhando com cursos de Pedagogia e, também, em cursos e oficinas de formação para professores do ensino básico.  Por ser conhecedora da realidade das escolas, das dificuldades dos alunos em aprender matemática e dos professores em ensinar matemática, posso falar com conhecimento de causa que o ensino de matemática precisa mudar, e muito!

Tendo em mente as dificuldades dos meus alunos e ex-alunos, dos meus filhos, dos professores e juntando toda a bagagem de conhecimentos que adquiri em minha carreira a partir da experiência, de estudos e pesquisas, posso dizer que sei o que funciona e o que não funciona em uma sala de aula no que diz respeito ao processo de ensino-aprendizagem da matemática.

Nestes longos anos de trabalho apliquei diversas atividades e estratégias de ensino, muitas delas criadas por mim! E uma estratégia que funciona de verdade é o ensino da matemática através de jogos. Não é por nada que, no sistema de pesquisas do google, a expressão “ensino aprendizagem através de jogos”,  “jogos educativos de matemática” ou, ainda, “matemática de forma lúdica” tem milhares de buscas todos os dias!

Os professores, em geral, já perceberam que o jogo facilita a aprendizagem porque prende a atenção do estudante e o motiva a aprender. Por sorte, há uma infinidade de jogos que podem ser propostos para os mais diversos conteúdos matemáticos.

Porém, devo compartilhar com você uma grande verdade: a proposição pura e simples de jogos sem a devida exploração e organização de atividades de consolidação do aprendizado não atinge os resultados pretendidos.

Os jogos fascinam crianças e adultos justamente por serem desafiantes! Em se tratando de matemática, no geral, os jogos são realizados em pequenos ou grandes grupos, envolvem materiais diferenciados, tais como dados, cartelas e fichas, e podem promover uma competição entre os jogadores.

A interação com os colegas e a competição são fatores que também contam pontos para o sucesso dos jogos nas aulas de matemática. O fato de haver diálogo entre os estudantes é bastante positivo porque possibilita a troca de ideias, a exposição de diferentes pontos de vista, o desenvolvimento de habilidades, o respeito mútuo, dentre outros tantos benefícios.

É possível utilizar jogos em qualquer nível ou ano de ensino e para praticamente qualquer conteúdo de matemática, sendo que a construção de jogos de matemática com material reciclado e/ou materiais baratos é algo bem simples de fazer . Por exemplo, tampas de caixa de leite, tampinhas de garrafas de água ou palitos de picolé funcionam como material de contagem; o papelão de caixas de sapato fornece uma boa estrutura para cartelas, cartinhas ou discos fracionários; algumas caixas de perfume ou remédio podem ser transformadas em dados.

Vou lhe apresentar agora, professor, três diferentes jogos cujos materiais são facilmente obtidos ou confeccionados. O primeiro deles é um jogo para a educação infantil e baseia-se na exploração da história “A casa sonolenta”, de Audrey Wood, Editora Ática. O segundo é um jogo para fixar a tabuada do 6 e o terceiro é um jogo com frações.

Um jogo para a Educação Infantil

Para iniciar, é necessário contar às crianças a história do livro “A casa sonolenta”, que trata de uma casa em que todos dormem, já que a história se passa em um dia nublado e chuvoso.

 

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Tudo começa com uma avó na cama e, sobre ela, deitam-se outros personagens. Sobre a vovó dorme o menino, sobre o menino o cachorro, sobre o cachorro dorme o gato, sobre o gato cochila o rato e sobre o rato fica uma pulga.

Todos estão sonolentos, com exceção da pulga. Ela pica o rato que, num sobressalto, cai sobre o gato. Este, por sua vez, acorda o cachorro que desperta o menino e, este último, acorda a vovó. E todos daquela casa despertam porque já não está mais chovendo e há um lindo arco-íris no céu.

Durante a contação da história, é importante que o professor enfatize a ordem em que os personagens vão aparecendo, pois sua ordenação será tomada como ponto de partida para o jogo.

Após, o professor organiza a turma em uma rodinha e apresenta o material do jogo, que é constituído de cartões dos personagens, tiras numeradas de 1 a 6 e um dado comum, tal como mostrado abaixo.

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É necessário preparar um conjunto de cartões e uma tira numerada para cada trio de crianças que possa ser formado na turma. Para os cartões, uma boa ideia consiste em colar a figura dos personagens sobre papel cartão colorido, fazendo conjuntos com diferentes cores de fundo. Assim sendo, haverá um conjunto de cartões em fundo vermelho, outro conjunto em fundo verde, outro em azul, etc., o que facilitará a organização e distribuição do material.

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Num primeiro momento, é importante a apresentação dos cartões ao grande grupo e sua exploração . Vamos imaginar uma sala com 21 crianças, então são 7 trios que estão sentados no chão, em uma grande roda. Por conseguinte, haverá 7 cartões com o desenho da vovó, 7 com o desenho do menino, etc., sendo manuseadas pelo grupo.

Após, o professor solicita que a turma organize o material em 6 montes  de forma que, em cada um, fiquem cartelas que tenham algo de semelhante. Ou seja, o professor está propondo a classificação do material em 6 grupos. Então, podem ser feitas duas classificações, sendo uma por cor de fundo dos cartões e outra por personagem.

Depois, na grande rodinha, cada trio tomará para si um conjunto de cartões com mesma cor de fundo (vovó, menino, cachorro, gato, rato e pulga) e receberá uma tira numerada. Os trios devem organizar os cartões na tira colocando os personagens na ordem em que aparecem na história. Assim, sobre o numeral 1 vai ficar a vovó, sobre o 2 ficará o menino, sobre o 3 o cachorro, etc.

A atividade deve ser repetida várias vezes de forma que todos consigam ordenar os personagens na tira numerada. As crianças deverão ter em mente que, por exemplo, a pulga ficará sobre o 6 e o gato sobre o 4.

Em seguida, os trios organizam suas cartelas em um montinho e o professor apresenta um dado, que deverá ser lançado por cada trio, respeitando uma ordem pré-estabelecida. Cada trio, na sua vez, lança o dado e coloca sobre a tira o personagem sorteado. Assim prossegue o jogo até que todos os trios consigam completar sua tira numerada com os personagens. O trio vencedor é aquele que completar a tira por primeiro.

Para variar o jogo, pode-se iniciar com todos os cartões dos personagens sobre a tira sendo que o dado sorteará quais deverão ser retirados. Vencerá o jogo o grupo que primeiro conseguir retirar todos os personagens da tira.

Após algumas jogadas, pode-se apresentar um material extra: fichas ou qualquer outro material de contagem. Combina-se que cada cartão vale uma ficha e os trios devem descobrir quantas fichas serão necessárias para o jogo. Cada ficha deve ser colocada na tira (uma sobre cada numeral) e os cartões ficam embaralhados em um montinho. A cada jogada, o dado sorteará o cartão do personagem que deverá ser trocado pela ficha. Vence o jogo o trio que primeiro completar sua tira.

Após o jogo, propõem-se diferentes atividades, tais como:

  • desenhar como era a tira numerada;
  • desenhar como ficou a tira no final do jogo;
  • mostrar de diferentes formas quantas moedas cada trio tinha para o jogo;
  • recortar e colar os personagens sobre a tira;
  • contar quais eram as regras do jogo (o professor faz o registro).

Algumas habilidades do pensamento lógico-matemático desenvolvidas com esta atividade são a classificação, a seriação (organização das cartelas em ordem na tira) e a correspondência termo a termo (troca de uma moeda por uma cartela).

Um jogo para os anos iniciais

Para os anos iniciais, vou explicar, agora, o “Jogo da tabuada do 6”. Esse jogo pode ser adaptado para qualquer outra tabuada. Aliás, vamos ser sinceros, que dificuldade os alunos têm em memorizar a tabuada!

A tabuada precisa ser decorada, isso é fato! O aluno que não sabe tabuada não tem sucesso nos cálculos e nem agilidade mental no que se refere às multiplicações. Então nós, professores, precisamos lhes oportunizar várias e diferenciadas atividades que facilitem a fixação dos fatos fundamentais da multiplicação. Todavia, antes de promover atividades para a fixação da tabuada, é preciso que ela seja construída com os estudantes. Esse é um outro assunto bem importante!

Vamos ao jogo: o material para cada grupo de quatro alunos são cartinhas, como no modelo,  uma tabela que também está mostrada abaixo  e quatro marcadores.

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O quarteto embaralha suas cartinhas e as dispõe sobre a mesa, viradas para baixo. Cada competidor coloca seu marcador na casa de saída.

O objetivo do jogo é avançar na tabela, linha por linha, até chegar à linha de chegada. Para isso, cada jogador, na sua vez, pega uma cartinha e diz para os colegas o resultado da tabuada sorteada. Se o resultado estiver correto, ele avança uma linha e coloca seu marcador na casa em que está o resultado (na nova linha); caso contrário, permanece na mesma posição. A cartinha tomada volta para o monte de cartas e é colocada entre as demais (virada para baixo). A posição da cartinha no monte pode ser qualquer uma: no meio, no final ou no início.

O jogador seguinte faz o mesmo, ou seja, toma uma cartinha do monte, diz o resultado da tabuada sorteada e avança uma linha se acertar o resultado. Se, ao avançar uma linha, o aluno encontrar um fantasma, ele deverá permanecer na linha onde estava e passar a vez. Assim, as casas com fantasmas impedem o avanço e alguns jogadores prosseguem mais rapidamente que os outros. Aquele que chegar à última linha por primeiro deve pular para a  chegada e é o vencedor.

Um ponto importante a destacar neste jogo é o fato de que as frases matemáticas da tabuada vão sendo sempre repetidas, visto que as cartinhas retornam para o monte. Por isso, não é interessante os jogadores colocarem as cartinhas sorteadas sempre no final do monte, por exemplo, porque senão haverá mais chance de o aluno repetir a mesma carta em várias jogadas. Todos os jogadores devem chegar ao final do jogo, ou seja, na linha de chegada. Assim, eles terão que pensar várias vezes na tabuada e essa repetição irá facilitar a memorização.

Esse jogo pode ser proposto em diferentes momentos da aula e para diferentes faixas etárias e, de forma lúdica, descontrairá a turma e auxiliará na fixação da tabuada do seis.

Não deixe de conferir o artigo “Tabuadas cantadas em roda“.

Um jogo para os anos finais

O “Jogo de completar o inteiro“, que detalho na sequência, é um jogo com frações e,  para realizá-lo, é fundamental  já ter introduzido esse conteúdo.

O ensino de frações é bastante deficitário: a grande maioria dos alunos não aprende o suficiente sobre o assunto e apresenta dificuldades pelo resto de sua vida.

Vivencio essa realidade ao lecionar matemática para os graduandos de Engenharia, quando eles ingressam nesses cursos. Vejo, na prática, que esses alunos não sabem operar com frações; ao somarem frações heterogêneas, por exemplo, muitos somam numeradores e denominadores. Percebo que não entendem o que é uma fração e, em minha opinião, isso em parte ocorre porque eles não manipularam materiais concretos quando do aprendizado desse conteúdo. O ensino baseado apenas em quadro, giz e livro não surte efeito!

Se eu lhe solicitasse uma imagem mental das frações 1/2 e 1/4, que imagens viriam à sua mente? Baseado nessas imagens, qual das duas frações é a maior? Bem, acredito que nenhum de nós, professores, tenhamos dificuldade em criar essas imagens mentais e responder, rapidamente, que 1/2 é maior que 1/4. E nossos alunos, teriam eles essa mesma facilidade? Conseguiriam formar as tais imagens mentais? Muito poucos conseguem!!! Já fiz o teste, várias vezes, com graduandos de Pedagogia e Engenharia, e me decepcionei com as respostas.

Volto ao mesmo ponto: falta manipulação concreta no ensino de frações. Por isso, escolhi para detalhar o “Jogo de completar o inteiro”. Conheci essa e outras atividades bem interessantes sobre frações na Revista do Ensino de Ciências de número 14, de 1985. O jogo que segue é de autoria de Maria Cristina Maranhão e Luiz Márcio Imenes.

Será necessário que cada criança confeccione alguns discos fracionários a partir de um modelo fornecido. Serão utilizados: um inteiro, 2/2, 4/4, 8/8. A construção do material pode ser proposta como tarefa extraclasse; os discos devem ser recortados e pintados em cores previamente combinadas. Sugiro discos de raio 10 e as cores branca para o inteiro,  vermelha para os meios,  roxa para os quartos e  marrom para os oitavos.

discos-fracionarios

As crianças compõem duplas e, primeiramente, deve ocorrer a exploração do material e os recobrimentos das peças. Essa parte da atividade é muito importante, porque os alunos verificarão as equivalências entre as frações e descobrirão, por exemplo, que 2/4 cobrem 1/2, 4/8 cobrem 1/2, 2/2 cobrem o inteiro, 6/8 cobrem 3/4, e assim por diante.

Quando proponho esse jogo às minhas alunas da Pedagogia, deixo-lhes tempo para realmente explorarem o material e as equivalências. Depois, faço perguntas orais utilizando, em minha fala, ora a cor, ora a fração sendo que as respostas podem ser obtidas mediante a manipulação do material. Algumas perguntas que faço são:

  • qual é maior, o inteiro ou dois meios?
  • qual é maior, oito oitavos ou quatro quartos?
  • quantas peças roxas são necessárias para cobrir uma peça vermelha?
  • quantas peças marrons são necessárias para cobrir uma peça roxa?
  • quantos oitavos cobrem um meio?
  • qual é maior, três peças roxas ou quatro marrons?
  • se eu tiver três quartos, como posso completar o inteiro?
  • se eu tiver um meio, como posso completar o inteiro?

Depois, os alunos organizam-se em duplas (poderiam ser trios ou quartetos também) e cada dupla recebe um dado contendo, em suas faces, os numerais 1, 1, 0, 0, 0, 0.

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Cada jogador fica com o seu material (inteiro, meios, quartos e oitavos) e a dupla com o dado.

Há três fases para o jogo. Na primeira, utilizam-se apenas as peças marrons (oitavos) e o inteiro, além do dado. Cada jogador posiciona o inteiro à sua frente e, na sua vez, lança o dado que determina quantas peças marrons devem ser colocadas sobre o inteiro. Vence o jogo aquele que primeiro completar seu inteiro com peças marrons (oitavos).

Para a segunda fase do jogo são utilizados o inteiro, os oitavos (peças marrons) e os quartos (peças roxas). Cada jogador posiciona o inteiro à sua frente e, na sua vez, lança o dado que determina quantas peças marrons devem ser colocadas sobre o inteiro. Cada duas peças marrons podem ser trocadas por uma roxa e, se o jogador fizer a troca, terá direito de jogar novamente. Vence o jogo aquele que primeiro completar seu inteiro.

Na terceira fase são utilizadas todas as peças. Como anteriormente, cada jogador posiciona o inteiro à sua frente e, na sua vez, lança o dado que determina quantas peças marrons devem ser colocadas sobre o inteiro. Cada duas peças marrons podem ser trocadas por uma roxa e cada duas peças roxas podem ser trocadas por uma vermelha. Se o jogador fizer esta última troca, terá direito de jogar novamente. Vence o jogo aquele que primeiro completar seu inteiro.

Perceba, professor, a relação que é estabelecida entre a fração e a cor utilizada na construção dos discos fracionários. Assim, aos poucos, os estudantes vão associando cor-fração e criando uma imagem mental para essas frações. É surpreendente observar que, depois de um curto espaço de tempo, os mesmos questionamentos feitos anteriormente são respondidos pela turma muito mais facilmente e sem o apoio do material.

O mesmo jogo pode ser proposto para outras famílias de frações, tais como, inteiro – quintos – décimos ou inteiro – terços – sextos ou, ainda, inteiro – terços – sextos – nonos. O grande mérito dessa atividade é formar grupos (famílias) de frações em que é possível estabelecer correspondências. Assim, aos poucos, os estudantes apropriam-se dos conhecimentos adquiridos sobre os conceitos e não os esquecem nunca mais.

Bem, chegamos ao final desse artigo, e espero que você, professor, tenha gostado das ideias aqui propostas. Tenho certeza de que atividades como essas que descrevi serão um diferencial nas suas aulas de matemática. Aplique-as e compartilhe seus comentários.

Um grande abraço!

5 opiniões sobre “Jogos de matemática para a educação infantil e ensino fundamental

  • 15/08/2017 em 21:49
    Permalink

    Sou professora de Educação Infantil é necessário inovar sempre e estas sugestões como reflexão
    sobre o trabalho que fizemos é importante, gostaria de continuar informada destas preciosidades…

    Resposta
    • 16/08/2017 em 17:09
      Permalink

      Oi Elisete!
      Fico realmente contente que tenhas gostado das propostas que escrevo. São fruto de pesquisas e experiências e espero, realmente, ajudar o professor a utilizar diferentes estratégias em suas aulas!
      Um grande abraço!

      Resposta
  • 01/11/2017 em 23:22
    Permalink

    Adorei seus jogos e suas dicas. Muito obrigada por compartilhar.

    Resposta
    • 03/11/2017 em 15:30
      Permalink

      Oi Patrícia
      Gosto de compartilhar tudo o que já apliquei e que deu bons resultados!
      Assim poderemos, juntos, mudar a realidade da educação em nosso país.
      Grande abraço

      Resposta
  • 14/11/2018 em 12:48
    Permalink

    boa tarde,
    muito interessante o método de aplicar jogos no ensino da matemática. estou cursando o último período na UPE e estou tentando fazer um artigo com tema envolvendo matemática nos jogos de fração. se possível, gostaria de obter mais exemplos de jogos com fração na educação infantil.
    Grato, Jair Benevides.

    Resposta

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